Calendário da Ciência
02/11/1932
Melvin Schwartz
Nobel de Física, 1988, com Leon Lederman e Jack Steinberger, pelo desenvolvimento do método de feixe de neutrinos e a demonstração da estrutura de dupleto dos léptons, através da descoberta do neutrino do múon.
Físico e empresário americano, com bacharelado (1953) e doutorado (1958) pela Universidade Columbia.
Usando um feixe de neutrinos, descobriu um novo tipo de neutrino chamado múon, e novas informações sobre a estrutura das partículas chamadas léptons. Neutrinos são produzidos quando núcleos atômicos instáveis ou partículas subatômicas se desintegram.
Schwartz e equipe queriam estudar a força nuclear fraca, que cria certos tipos de radioatividade. A equipe usou um acelerador de partículas para criar um feixe de neutrinos de alta intensidade. Eles estudaram as reações produzidas quando esse feixe atingiu outro material. O experimento foi realizado no Laboratório Nacional de Brookhaven, Long Island.
Trabalhou com o acelerador de partículas da Universidade de Stanford, em investigação sobre a assimetria da carga de kaóns neutros. Também trabalhou em um projeto de produção e detecção de hidrogênio relativístico nas partículas de píon e múon.
Fundou a Digital Pathways, empresa de segurança de computadores, sendo seu primeiro presidente (1970).
Foi diretor do Laboratório Nacional de Brookhaven - Física Nuclear e Altas Energias, (1991). Lá supervisionou a construção de um acelerador de partículas, o Colisor de Íons Pesados Relativísticos (o Rhic).
Docente da Universidade de Columbia (1958-1966), passando a professor catedrático (1963). Retornou à Universidade de Columbia como docente em 1994, tornando-se emérito em 2000.
Melvin Schwartz (✦Nova Iorque, USA, 02/11/1932 - ✚Twin Falls, USA, 28/08/2006)
Referências
https://www.nobelprize.org/prizes/physics/1990/taylor/biographical/ https://www.britannica.com/biography/Richard-E-Taylor https://news.stanford.edu/2018/02/22/nobel-prize-winning-physicist-richard-taylor-dies-88/ https://image.invaluable.com/housePhotos/PeriodAmericana/41/653641/H19539-L182844815.jpgCalendário da Ciência
02/11/1929
Richard E. Taylor
Nobel de Física, 1990, com Jerome Friedman e Henry Kendall por investigações pioneiras sobre a dispersão profunda inelástica de elétrons em prótons e nêutrons amarrados.
Importante para o desenvolvimento do modelo quark na Física de Partículas.
Físico canadense, bacharel (1950) e mestre (1952) pela Universidade de Alberta, Edmonton, Canadá e Ph.D. (1962) na Universidade de Stanford, Laboratório de Física de Altas Energias, orientado por Robert Mozley, com tese baseada em experimento usando raios gama polarizados para estudar a produção de pion.
Na construção do Stanford Linear Accelerator Center (hoje Laboratório Nacional de Aceleração SLAC), trabalhou no projeto e construção do equipamento, em colaboração com pesquisadores de Caltech e MIT, lá atuando em muitos experimentos. Aqueles realizados no SLAC (décadas 1960-1970) envolveram a dispersão de feixes de alta energia de elétrons de prótons e deuterons e núcleos mais pesados. Já se sabia que em energias mais baixas, os elétrons só seriam espalhados por ângulos baixos, consistente com a ideia de que os núcleos não tinham estrutura interna.
Os experimentos SLAC-MIT que resultaram no prêmio Nobel mostraram que elétrons de energia mais alta poderiam ser espalhados por ângulos muito mais altos, com perda de alguma energia. Esses resultados de dispersão inelástica forneceram a primeira evidência experimental de que os prótons e nêutrons eram compostos de partículas semelhantes a pontos, posteriormente identificadas como quarks para cima e para baixo, que já haviam sido propostos teoricamente. Os experimentos também forneceram a primeira evidência da existência de glúons.
Richard Edward Taylor (✦Medicine Hat, Canadá, 02/11/1929 – ✚Stanford, USA, 22/02/2018)
Calendário da Ciência
02/11/1932
Melvin Schwartz
Nobel de Física, 1988, com Leon Lederman e Jack Steinberger, pelo desenvolvimento do método de feixe de neutrinos e a demonstração da estrutura de dupleto dos léptons, através da descoberta do neutrino do múon.
Físico e empresário americano, com bacharelado (1953) e doutorado (1958) pela Universidade Columbia.
Usando um feixe de neutrinos, descobriu um novo tipo de neutrino chamado múon, e novas informações sobre a estrutura das partículas chamadas léptons. Neutrinos são produzidos quando núcleos atômicos instáveis ou partículas subatômicas se desintegram.
Schwartz e equipe queriam estudar a força nuclear fraca, que cria certos tipos de radioatividade. A equipe usou um acelerador de partículas para criar um feixe de neutrinos de alta intensidade. Eles estudaram as reações produzidas quando esse feixe atingiu outro material. O experimento foi realizado no Laboratório Nacional de Brookhaven, Long Island.
Trabalhou com o acelerador de partículas da Universidade de Stanford, em investigação sobre a assimetria da carga de kaóns neutros. Também trabalhou em um projeto de produção e detecção de hidrogênio relativístico nas partículas de píon e múon.
Fundou a Digital Pathways, empresa de segurança de computadores, sendo seu primeiro presidente (1970).
Foi diretor do Laboratório Nacional de Brookhaven - Física Nuclear e Altas Energias, (1991). Lá supervisionou a construção de um acelerador de partículas, o Colisor de Íons Pesados Relativísticos (o Rhic).
Docente da Universidade de Columbia (1958-1966), passando a professor catedrático (1963). Retornou à Universidade de Columbia como docente em 1994, tornando-se emérito em 2000.
Melvin Schwartz (✦Nova Iorque, USA, 02/11/1932 - ✚Twin Falls, USA, 28/08/2006)
02/11/1929
Richard E. Taylor
Nobel de Física, 1990, com Jerome Friedman e Henry Kendall por investigações pioneiras sobre a dispersão profunda inelástica de elétrons em prótons e nêutrons amarrados.
Importante para o desenvolvimento do modelo quark na Física de Partículas.
Físico canadense, bacharel (1950) e mestre (1952) pela Universidade de Alberta, Edmonton, Canadá e Ph.D. (1962) na Universidade de Stanford, Laboratório de Física de Altas Energias, orientado por Robert Mozley, com tese baseada em experimento usando raios gama polarizados para estudar a produção de pion.
Na construção do Stanford Linear Accelerator Center (hoje Laboratório Nacional de Aceleração SLAC), trabalhou no projeto e construção do equipamento, em colaboração com pesquisadores de Caltech e MIT, lá atuando em muitos experimentos. Aqueles realizados no SLAC (décadas 1960-1970) envolveram a dispersão de feixes de alta energia de elétrons de prótons e deuterons e núcleos mais pesados. Já se sabia que em energias mais baixas, os elétrons só seriam espalhados por ângulos baixos, consistente com a ideia de que os núcleos não tinham estrutura interna.
Os experimentos SLAC-MIT que resultaram no prêmio Nobel mostraram que elétrons de energia mais alta poderiam ser espalhados por ângulos muito mais altos, com perda de alguma energia. Esses resultados de dispersão inelástica forneceram a primeira evidência experimental de que os prótons e nêutrons eram compostos de partículas semelhantes a pontos, posteriormente identificadas como quarks para cima e para baixo, que já haviam sido propostos teoricamente. Os experimentos também forneceram a primeira evidência da existência de glúons.
Richard Edward Taylor (✦Medicine Hat, Canadá, 02/11/1929 – ✚Stanford, USA, 22/02/2018)