Referências
https://www.unl.pt/pessoas/elvira-fortunato https://www.cenimat.fct.unl.pt/news/2018/05/elvira-fortunato-cientista-que-revolucionou-o-papel https://idpt.wordpress.com/2008/08/26/elvira-fortunato/ https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/1508340?tp=UH&db=IMAGENS&type=JPG&w=960&h=540&act=cropResize https://pt.wikipedia.org/wiki/Elvira_FortunatoCalendário da Ciência
22/07/1964
Elvira Fortunato
Pioneira na produção de transistores com uma camada de papel, tão competitivos quanto os melhores transistores de filme fino baseados em óxidos semicondutores.
A indústria eletrônica tem investido crescentemente no desenvolvimento de dispositivos com biopolímeros, tendo surgido alguns estudos sobre a utilização do papel como suporte físico de componentes eletrônicos. Mas esta é a primeira vez que se utiliza papel como parte integrante de um transistor (2008).
Engenheira portuguesa, licenciou-se em Engenharia dos Materiais e doutorou-se em Micro-eletrônica e Optoeletrônica, orientada por Rodrigo Martins(1995), pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, Lisboa.
É cientista, investigadora professora catedrática, atualmente vice-reitora da Universidade Nova, Lisboa (2017-). Dirige o Centro de Investigação de Materiais do Laboratório Associado i3N.
A equipe do Centro de Investigação de Materiais (CENIMAT) da Universidade NOVA, Lisboa, liderada por Elvira Fortunato e Rodrigo Martins, distinguiu-se em estudos sobre transistor de papel, nomeadamente transistores de filmes finos. Tem aplicações promissora no campo da “eletrônica descartável”.
Os novos transistores poderão ser usados em ecrãs de papel, etiquetas e pacotes inteligentes, “chips” de identificação e aplicações médicas. E a produção em larga escala será facilitada pelo baixo custo do papel no mercado mundial.
Ganhou o Prêmio Horizon Impact Award 2020, da Comissão Europeia, referindo-se ao seu projeto “Invisible” que consiste no desenvolvimento do primeiro ecrã transparente, a partir de óxido de zinco, um material semicondutor de baixo custo, não degradável e que produz melhores resultados.
Nos últimos 10 anos, recebeu mais de 18 prêmios internacionais.
Elvira Maria Correia Fortunato (Almada, Portugal, ✦22/07/1964- )
Calendário da Ciência
22/07/1964
Elvira Fortunato
Pioneira na produção de transistores com uma camada de papel, tão competitivos quanto os melhores transistores de filme fino baseados em óxidos semicondutores.
A indústria eletrônica tem investido crescentemente no desenvolvimento de dispositivos com biopolímeros, tendo surgido alguns estudos sobre a utilização do papel como suporte físico de componentes eletrônicos. Mas esta é a primeira vez que se utiliza papel como parte integrante de um transistor (2008).
Engenheira portuguesa, licenciou-se em Engenharia dos Materiais e doutorou-se em Micro-eletrônica e Optoeletrônica, orientada por Rodrigo Martins(1995), pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, Lisboa.
É cientista, investigadora professora catedrática, atualmente vice-reitora da Universidade Nova, Lisboa (2017-). Dirige o Centro de Investigação de Materiais do Laboratório Associado i3N.
A equipe do Centro de Investigação de Materiais (CENIMAT) da Universidade NOVA, Lisboa, liderada por Elvira Fortunato e Rodrigo Martins, distinguiu-se em estudos sobre transistor de papel, nomeadamente transistores de filmes finos. Tem aplicações promissora no campo da “eletrônica descartável”.
Os novos transistores poderão ser usados em ecrãs de papel, etiquetas e pacotes inteligentes, “chips” de identificação e aplicações médicas. E a produção em larga escala será facilitada pelo baixo custo do papel no mercado mundial.
Ganhou o Prêmio Horizon Impact Award 2020, da Comissão Europeia, referindo-se ao seu projeto “Invisible” que consiste no desenvolvimento do primeiro ecrã transparente, a partir de óxido de zinco, um material semicondutor de baixo custo, não degradável e que produz melhores resultados.
Nos últimos 10 anos, recebeu mais de 18 prêmios internacionais.
Elvira Maria Correia Fortunato (Almada, Portugal, ✦22/07/1964- )