Calendário da Ciência
06/07/1910
Lothar Collatz
Propôs em 1937 a Conjectura de Collatz ou “Problema 3x + 1”, que continua sem solução.
Matemático alemão, estudou Matemática e Física em diversas universidades da Alemanha (1928-1933), incluindo Berlim, Munique, Greifswald e Göttingen. Doutorou-se com a tese “O método de diferenças finitas com aproximação de ordem superior para equações diferenciais lineares”, orientado por Alfred Klose.
Esta conjectura aplica-se a qualquer número natural inteiro, e diz-nos para, se este número for par, dividir por 2 (/2), e se for ímpar, para multiplicar por 3 e adicionar 1 (*3+1). Desta forma, por exemplo, se a sequência iniciar com o número 5 ter-se-á: 5; 16; 8; 4; 2; 1.
A conjectura apresenta uma regra dizendo que, qualquer número natural inteiro, quando aplicado a esta regra, eventualmente sempre chegará a 4, que se converte em 2 e termina em 1. A explicação para estes saltos está na quantidade de fatores primos iguais a 2 quando decompomos este número, o que determina quantas vezes, de forma sucessiva, será aplicada a conjectura para números pares f(x)=x/2. Por exemplo, a enésima potência de 2 (2n) chegará a 1 em n passos, o que demonstra ser infinita a abrangência da Conjectura de Collatz.
Gerhard Opfer publicou um artigo com o teorema que supostamente provava esta conjectura (2011). Entretanto, em seguida, o autor publicou uma nota, na última página desse artigo, reconhecendo que uma de suas afirmações estava incompleta, o que não garantia a ele a prova do problema, da Conjectura de Collatz.
Lothar Collatz (✦Arnsberg, Alemanha, 06/07/1910 - ✚Varna, Bulgária, 26/09/1990)
Calendário da Ciência
06/07/1910
Lothar Collatz
Propôs em 1937 a Conjectura de Collatz ou “Problema 3x + 1”, que continua sem solução.
Matemático alemão, estudou Matemática e Física em diversas universidades da Alemanha (1928-1933), incluindo Berlim, Munique, Greifswald e Göttingen. Doutorou-se com a tese “O método de diferenças finitas com aproximação de ordem superior para equações diferenciais lineares”, orientado por Alfred Klose.
Esta conjectura aplica-se a qualquer número natural inteiro, e diz-nos para, se este número for par, dividir por 2 (/2), e se for ímpar, para multiplicar por 3 e adicionar 1 (*3+1). Desta forma, por exemplo, se a sequência iniciar com o número 5 ter-se-á: 5; 16; 8; 4; 2; 1.
A conjectura apresenta uma regra dizendo que, qualquer número natural inteiro, quando aplicado a esta regra, eventualmente sempre chegará a 4, que se converte em 2 e termina em 1. A explicação para estes saltos está na quantidade de fatores primos iguais a 2 quando decompomos este número, o que determina quantas vezes, de forma sucessiva, será aplicada a conjectura para números pares f(x)=x/2. Por exemplo, a enésima potência de 2 (2n) chegará a 1 em n passos, o que demonstra ser infinita a abrangência da Conjectura de Collatz.
Gerhard Opfer publicou um artigo com o teorema que supostamente provava esta conjectura (2011). Entretanto, em seguida, o autor publicou uma nota, na última página desse artigo, reconhecendo que uma de suas afirmações estava incompleta, o que não garantia a ele a prova do problema, da Conjectura de Collatz.
Lothar Collatz (✦Arnsberg, Alemanha, 06/07/1910 - ✚Varna, Bulgária, 26/09/1990)